“Free From All The Chaos” - The Durutti Column
& Caoilfhionn Rose
sábado, 29 de agosto de 2015
Pérolas 087 ( especial voz & guitarra 2)
“Estrela da Tarde” – Ana Bacalhau & Luis
José Martins (Voz & Guitarra 2)
“Problema de Expressão”
– Sara Tavares (Voz & Guitarra 2)
“Visões / Ficções” – Márcia & Dead Combo (Voz & Guitarra 2)
“Engrenagem” – Tim & Moz Carrapa (Voz & Guitarra 2)
…”já reaprendi a andar, agora estou a aprender a voar”…
“Já reaprendi a andar,
agora estou a aprender a voar…”
Nelson Évora, 27-08-2015
…esforço, ambição,
sofrimento, coragem, perseverança, glória, humildade, orgulho…
…bronze conquistado
no “Ninho de Pássaro” de Beijing, na passada 5ª feira, por um homem que vale
ouro, como ser humano e atleta…
…um verdadeiro orgulho
e um tremendo exemplo para Portugal e para os portugueses…
…muito obrigado,
Nélson…
terça-feira, 25 de agosto de 2015
terça-feira, 18 de agosto de 2015
Pérolas 086
The Durutti Column – “Bordeaux Sequence” (At the
Manchester Cathedral 1985)
In France you are sleeping
I wish I could see you
It's always this way
Love sent from Bordeaux
Love sent from Bordeaux
I try to say something
The words they grow fainter
And you're slipping away
Love sent from Bordeaux
Love sent from Bordeaux
Just in odd moments
I wish you could see me
It's always this way
Love sent from Bordeaux
Love sent from Bordeaux
In “Bordeaux Sequence” – The
Durutti Column
Pérolas 085
Arrhythmia,
Accepting that you live with uncertainty
If you're lonely, press play
Die lady die
The aspects that you pass on when travelling
When you're lonely, press play
'Cause you're not resolved in your heart
You're waiting for me
To improve
Right here
When I'm lonely, I press play
Swimming in blue
After New Year into the mirror she flew
When I'm lonely, I press play
Can I get any closer?
What antidote can I bring to you?
When I'm lonely, I press play
'Cause you're not resolved in your heart
You're waiting for me
To improve
Right here
When I'm lonely, I press play
Arrhythmia,
Accepting that you live with uncertainty
When you're lonely, press play
Can I get any closer?
What antidote can I bring to you?
When I'm lonely, I press play
'Cause you're not resolved in your heart
You're waiting for me
In “Lonely Press Play” – Damon
Albran
segunda-feira, 17 de agosto de 2015
Pérolas 084
Ok…confesso…os Delfins e o
Miguel Ângelo sempre foram um bocado um “ódio de estimação” meu…talvez por
achar que o gajo não “sente” metade das letras que canta, talvez por não ter
muita paciência para “queques da linha” ou talvez por ele parecer quase irmão
gémeo do Paulo Portas (a sério…reparem bem se não parece…rsrsrs). De qualquer
forma, a versão, em dueto com o Eduardo Nascimento, que ele fez de “O Vento
Mudou” está um esbanjo…e o vídeo-clip, filmado e realizado por Edgar Keats, na
Reserva Museu RTP (…pena não estar acessível ao público em geral…), também está
bem à maneira… ;)
“O Vento Mudou” (2015) – Miguel
Ângelo & Eduardo Nascimento
E já agora, fica o original da mesma canção,
vencedora do Festival RTP de 1967 (…ano de magnífica safra, diga-se a propósito…rsrs) …E o Eduardo Nascimento tinha um vozeirão mesmo… ;)
“O Vento Mudou” (Festival RTP 1967) – Eduardo
Nascimento
Oiçam, Oiçam,
O vento mudou e ela não voltou
as aves partiram, as folhas caíram
Ela quis viver e o mundo correr
prometeu voltar se o vento mudar
E o vento mudou e ela não voltou
sei que ela mentiu, p´ra sempre fugiu
Vento, por favor, traz-me o seu amor
vê que eu vou morrer se não mais a ter
Nuvens tenham dó que eu estou tão só
batam-lhe à janela, chorem sobre ela
E as nuvens juraram e quando voltaram
soube que mentira, p´ra sempre fugira
Nuvens por favor cubram minha dor
já que eu vou morrer se não mais a ter
Oiçam, Oiçam, Oiçam, Oiçam, Oiçam
In "O Vento Mudou" - Eduardo Nascimento
´Aimer Dans Le Vent', by Anouk Lacasse
quinta-feira, 30 de julho de 2015
Pérolas 083
“Mambembe”
Roberta Sá + Chico Buarque +
Marcello Gonçalves (…que toque de violão mais gingado, meu…rsrs…que
espectáculo..!!!)
No palco, na praça, no circo, num banco de jardim
Correndo no escuro, pichado no muro
Você vai saber de mim
Mambembe, cigano
Debaixo da ponte
Cantando
Por baixo da terra
Cantando
Na boca do povo
Cantando
Mendigo, malandro, muleque, mulambo bem ou mal
Cantando
Escravo fugido, um louco varrido
Vou fazer meu festival
Mambembe, cigano
Debaixo da ponte
Cantando
Por baixo da terra
Cantando
Na boca do povo
Cantando
Poeta, palhaço, pirata, corisco, errante judeu
Cantando
Dormindo na estrada, no nada, no nada
E esse mundo é todo meu
Mambembe, cigano
Debaixo da ponte
Cantando
Por baixo da terra
Cantando
Na boca do povo
Cantando
In “Mambembe” – Roberta Sá + Chico
Buarque + Marcello Gonçalves
Pérolas 082 (dose tripla)
...especial António Zambujo...
Bem te avisei, meu amor
Que não podia dar certo
E que era coisa de evitar
Como eu, devias supor
Que, com gente ali tão perto,
Alguém fosse reparar
Mas não!
Fizeste beicinho e,
Como numa promessa,
Ficaste nua p'ra mim
Pedaço de mau caminho
Onde é que eu tinha a cabeça
Quando te disse que sim?
Embora tenhas jurado
Discreta permanecer
Já que não estávamos sós
Ouvindo na sala ao lado
Teus gemidos de prazer
Vieram saber de nós
Nem dei pelo que aconteceu
Mas mais veloz e mais esperta
Só te viram de raspão
A vergonha passei-a eu
Diante da porta aberta
Estava de calças na mão
In “Flagrante” – António Zambujo,
ft. Bernardo Couto (guitarra portuguesa), Jon Luz (cavaquinho), José Miguel
Conde (clarinete) e Ricardo Cruz (baixo)
Vem dar uma voltinha na minha lambreta
Deixa de pensar no tal Vilela
Que tem carro e barco à vela
O pai tem a mãe também
Que é tão tão
Sempre a preceito
Cá para mim no meu conceito
Se é tão tão e tem tem tem
Tem de ter algum defeito
Vem dar uma voltinha na minha lambreta
Vê só como é bonita
É vaidosa , a rodinha mais vistosa
Deixa um rasto de cometa
É baixinha mas depois
Parece feita para dois
Sem falar nos eteceteras
Que fazem de nós heróis
Eu sei que tenho estilo gingão
Volta e meia vai ao chão
Quando faz de cavalinho
Mas depois passa-lhe a dor,
Endireita o guiador
E regressa de beicinho
Para o pé do seu amor
Vem dar uma voltinha na minha lambreta
Eu juro que eu guio devagarinho
Tu só tens de estar juntinho
Por razões de segurança
E se a estrada nos levar
Noite fora até mar
Paro na beira da esperança
Com a luzinha a alumiar
E deixar de pensar no tal Vilela
Em que tem carro e barco à vela
O pai tem a mãe também
Que é tão tão
Sempre a preceito
Cá para mim no meu conceito
Se é tão tão e tem tem tem,
Tem que ter algum defeito
Se é tão tão e tem tem tem,
Tem que ter algum defeito
Se é tão tão e tem tem tem,
Tem que ter algum defeito ...
In “Lambreta” – António Zambujo
De
manhã cedinho
Eu salto do ninho e
vou pra paragem
De bandolete à espera
do sete
mas não pela viagem
Eu bem que não queria
mas um certo dia
vi-o passar
E o meu peito
céptico
por um pica de
eléctrico voltou a sonhar
A cada repique
que soa do
clique daquele alicate
Num modo
frenético
o peito céptico
toca a rebate
Se o trem descarrila
o povo refila e eu fico num sino
pois um mero
trajecto no meu caso concreto é já o destino
Ninguém acredita no
estado em que fica o meu coração
Quando o sete me
apanha
Até acho que a senha
me salta da mão
Pois na carreira
desta vida vão
Mais nada me dá a
pica que o pica do sete me dá
Que triste fadário e
que itinerário tão infeliz
Cruzar meu
horário com o de um funcionário de um trem da carris
Se eu lhe perguntasse
se tem livre passe
pró peito de alguém
Vá-se lá saber talvez
eu lhe oblitere o peito também
Ninguém acredita no
estado em que fica o meu coração
Quando o sete me
apanha
Até acho que a senha
me salta da mão
Pois na carreira
desta vida vão
Mais nada me dá a
pica que o pica do sete me dá
Ninguém acredita no
estado em que fica o meu coração
Quando o sete me
apanha
Até acho que a senha
me salta da mão
Pois na carreira
desta vida vão
Mas nada me dá a pica
que o pica do sete me dá
Mas nada me dá a pica
que o pica do sete me dá
In “Pica do 7” – António Zambujo, acompanhado pela mítica Banda da Carris... ;)))
terça-feira, 14 de julho de 2015
…48… (ref. 29-06-2015)
“Still Crazy After All These Years”, Live from
Central Park, 1991 – Paul Simon
I met my old
lover
On the street last night
She seemed so glad to see me
I just smiled
And we talked about some old times
And we drank ourselves some beers
Still crazy after all these years
Still crazy after all these years
On the street last night
She seemed so glad to see me
I just smiled
And we talked about some old times
And we drank ourselves some beers
Still crazy after all these years
Still crazy after all these years
I'm not the
kind of man
Who tends to socialize
I seem to lean on
Old familiar ways
And I ain't no fool for love songs
That whisper in my ears
Still crazy after all these years
Still crazy after all these years
Who tends to socialize
I seem to lean on
Old familiar ways
And I ain't no fool for love songs
That whisper in my ears
Still crazy after all these years
Still crazy after all these years
Four in the
morning
Crapped out
Yawning
Longing my life away
I'll never worry
Why should I?
It's all gonna fade
Crapped out
Yawning
Longing my life away
I'll never worry
Why should I?
It's all gonna fade
Now I sit by my
window
And I watch the cars
I fear I'll do some damage
One fine day
But I would not be convicted
By a jury of my peers
And I watch the cars
I fear I'll do some damage
One fine day
But I would not be convicted
By a jury of my peers
Still crazy
after all these years
Still crazy…
Still crazy…
Still crazy after all these years
Still crazy…
Still crazy…
Still crazy after all these years
quinta-feira, 25 de junho de 2015
P’ra rir…ou sorrir…036
…(ansiadas) férias…
…começaram hoje e amanhã vou daqui pra fora…
…uns dias maravilhosos sem ouvir ou querer saber de
politiquices, das transferências da bola, de processos e de todas as outras tretas
do costume…
…na falta de “papel” para contratar uma empresa de
segurança que me tome conta da casa e como deixar a PSP tomar conta dela é o
mesmo que nada, resolvi trocar de tapete de entrada…como medida profiláctica e
dissuasora…rsrs…
…tchau…e como diz a canção “adeus vida atinada (…) e um
beijo pra quem fica” …(ou não…rs)…
segunda-feira, 22 de junho de 2015
Pérolas 081
…30 anos depois do lançamento da musica, a Vivo e a
Samsung fazem um remake, em vídeo-clip publicitário, de “Exagerado”, de Cazuza…
…para além de matar
saudades desse “menino do Rio”, dá para admirar o perfeito trabalho realizado
na produção desse pequeno filme...
Amor da minha vida
Daqui até a eternidade
Nossos destinos foram traçados
Na maternidade
Paixão cruel, desenfreada
Te trago mil rosas roubadas
Pra desculpar minhas mentiras
Minhas mancadas
Exagerado
Jogado aos teus pés
Eu sou mesmo exagerado
Adoro um amor inventado
Eu nunca mais vou respirar
Se você não me notar
Eu posso até morrer de fome
Se você não me amar
Por você eu largo tudo
Vou mendigar, roubar, matar
Até nas coisas mais banais
Pra mim é tudo ou nunca mais
Exagerado
Jogado aos teus pés
Eu sou mesmo exagerado
Adoro um amor inventado
Que por você eu largo tudo
Carreira, dinheiro, canudo
Até nas coisas mais banais
Pra mim é tudo ou nunca mais
Daqui até a eternidade
Nossos destinos foram traçados
Na maternidade
Paixão cruel, desenfreada
Te trago mil rosas roubadas
Pra desculpar minhas mentiras
Minhas mancadas
Exagerado
Jogado aos teus pés
Eu sou mesmo exagerado
Adoro um amor inventado
Eu nunca mais vou respirar
Se você não me notar
Eu posso até morrer de fome
Se você não me amar
Por você eu largo tudo
Vou mendigar, roubar, matar
Até nas coisas mais banais
Pra mim é tudo ou nunca mais
Exagerado
Jogado aos teus pés
Eu sou mesmo exagerado
Adoro um amor inventado
Que por você eu largo tudo
Carreira, dinheiro, canudo
Até nas coisas mais banais
Pra mim é tudo ou nunca mais
In “Exagerado” - Cazuza
sábado, 13 de junho de 2015
Pérolas 080
Ela diz que me
adora quando a noite vai a meio
Eu sinto-me melhor pessoa, menos fraco, feio
Passa o dedo na raça com a mão bem suave
Encosta o lábio no ouvido e diz-me: queres que a lave?
Vamos para o chuveiro e ela flui com a água,
Lava-me a cabeça, a alma e qualquer resto de mágoa
Diz que o meu amor lhe dá um certo calor na barriga
É aí que eu sei que quero ser para sempre aquele nigga
Que lhe mete a rir, rir, quando eu lhe faço vir
Da terra até à lua mano, é sempre a subir...
E somos grandes, gigantes com dez metros de altura
Falamos vinte línguas, dialectos da ternura
Tipo...
Eu sinto-me melhor pessoa, menos fraco, feio
Passa o dedo na raça com a mão bem suave
Encosta o lábio no ouvido e diz-me: queres que a lave?
Vamos para o chuveiro e ela flui com a água,
Lava-me a cabeça, a alma e qualquer resto de mágoa
Diz que o meu amor lhe dá um certo calor na barriga
É aí que eu sei que quero ser para sempre aquele nigga
Que lhe mete a rir, rir, quando eu lhe faço vir
Da terra até à lua mano, é sempre a subir...
E somos grandes, gigantes com dez metros de altura
Falamos vinte línguas, dialectos da ternura
Tipo...
Uhhh, uhhh!
Yeah, yeah!
Faz, faz!
bébé
Yeah, yeah!
Faz, faz!
bébé
Água morna em
pele quente poro aberto não perfura
a minha alma já tá nua e eu faço-lhe uma jura, jura
Para sempre teu depois da noite volvida
Um segundo ao teu lado já preenche uma vida
O conceito de tempo não entra na sensação
Aquilo que vivemos tá gravado no coração
Segura na minha mão e continua a canção
É a melhor que já ouvi reinventaste a paixão
Ela diz que me adora quando o dia vai a meio
O copo passa de meio vazio para meio cheio
A palavra ganha vida e fala à minha frente
Sigo calmo atrás dela deixo crescer a semente
E diz-me:
a minha alma já tá nua e eu faço-lhe uma jura, jura
Para sempre teu depois da noite volvida
Um segundo ao teu lado já preenche uma vida
O conceito de tempo não entra na sensação
Aquilo que vivemos tá gravado no coração
Segura na minha mão e continua a canção
É a melhor que já ouvi reinventaste a paixão
Ela diz que me adora quando o dia vai a meio
O copo passa de meio vazio para meio cheio
A palavra ganha vida e fala à minha frente
Sigo calmo atrás dela deixo crescer a semente
E diz-me:
Uhhh, uhhh!
Yeah, yeah!
Faz, faz!
bébé
Yeah, yeah!
Faz, faz!
bébé
Em cada beijo
há uma frase, em cada frase há um verso
Em cada verso há um lado do lado inverso
De uma história que assombra a memória
Da leveza irrisória de uma conquista notória
Faço V de vitória, porque hoje eu sou rei
Ao lado da rainha com que sempre sempre sonhei
Foi por isto que esperei, em cada noite que amei
Ou pensei que amei porque é agora que eu sei
A razão da palavra consagrada
Que tanta gente dá à toa em troca de quase nada
Ela não tá espantada, pelo contrário, relaxada
Revê-se na expressão da expressão enamorar
E diz-me:
Em cada verso há um lado do lado inverso
De uma história que assombra a memória
Da leveza irrisória de uma conquista notória
Faço V de vitória, porque hoje eu sou rei
Ao lado da rainha com que sempre sempre sonhei
Foi por isto que esperei, em cada noite que amei
Ou pensei que amei porque é agora que eu sei
A razão da palavra consagrada
Que tanta gente dá à toa em troca de quase nada
Ela não tá espantada, pelo contrário, relaxada
Revê-se na expressão da expressão enamorar
E diz-me:
Uhhh, uhhh!
Yeah, yeah!
Faz, faz!
bébé
Yeah, yeah!
Faz, faz!
bébé
Uhhh, uhhh!
Yeah, yeah!
Yeah, yeah!
In “Dialectos
da Ternura” – Da Weasel
quarta-feira, 10 de junho de 2015
…Dia de Portugal…
…para a posteridade ... a bandeira nacional, o hino de Portugal, o sentir
português…
…antes que deixemos “roubar” também a identidade…
Hino
Nacional de Portugal – “A Portuguesa” (versão grande orquestra com coro)
Pérolas 079 (dose dupla)
(...ring of fire…ou o estranho
prazer de nos queimar-mos…)
Love is a burning thing
and it makes a firery ring
bound by wild desire
I fell in to a ring of fire...
I fell in to a burning ring of fire
I went down,down,down
and the flames went higher.
And it burns,burns,burns
The ring of fire
The ring of fire.
I fell in to a burning ring of fire
I went down,down,down
and the flames went higher.
And it burns,burns,burns
The ring of fire
The ring of fire.
The taste of love is sweet
when hearts like our´s meet
I fell for you like a child
oh, but the fire went wild..
I fell in to a burning ring of fire
I went down,down,down
and the flames went higher.
And it burns,burns,burns
The ring of fire
The ring of fire.
I fell in to a burning ring of fire
I went down,down,down
and the flames went higher.
And it burns,burns,burns
The ring of fire
The ring of fire
And it burns,burns,burns
The ring of fire
The ring of fire
and it makes a firery ring
bound by wild desire
I fell in to a ring of fire...
I fell in to a burning ring of fire
I went down,down,down
and the flames went higher.
And it burns,burns,burns
The ring of fire
The ring of fire.
I fell in to a burning ring of fire
I went down,down,down
and the flames went higher.
And it burns,burns,burns
The ring of fire
The ring of fire.
The taste of love is sweet
when hearts like our´s meet
I fell for you like a child
oh, but the fire went wild..
I fell in to a burning ring of fire
I went down,down,down
and the flames went higher.
And it burns,burns,burns
The ring of fire
The ring of fire.
I fell in to a burning ring of fire
I went down,down,down
and the flames went higher.
And it burns,burns,burns
The ring of fire
The ring of fire
And it burns,burns,burns
The ring of fire
The ring of fire
In “Ring of Fire” – Johnny Cash
“Ring Of Fire” - Johnny Cash (Live At
Montreux 1994)
“Ring Of Fire” - Social Distortion (rock'n'roll cover)
sexta-feira, 29 de maio de 2015
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