sexta-feira, 6 de junho de 2014

Pérola especial para alguém especial

…esta é uma “pérola” dedicada uma pessoa muito especial, que tive o privilégio de acompanhar de muito perto, principalmente em determinado momento da minha vida, mas que ficou e está sempre “presente” ainda…
…alguém que observei na sua passagem de adolescente a homem, jovem adulto, e vendo nele destacarem-se qualidades como a inteligência, a solidariedade, a coragem, a perseverança, a grandeza de caracter, a amizade desinteressada, o amor…
…e tudo isto de forma a sair de si para o mundo de uma forma natural, discreta, porque nunca o vi “colocar-se em bicos dos pés” para fazer realçar as suas acções…  observei-as por mim ou porque outros me fizeram saber delas…   
…uma das suas características, que não me engano que tem e que aprecio mais, é a de acreditar na felicidade e ter feito por procurá-la, fosse em que lugar fosse deste mundo… e com o seu coração enorme (que tantas vezes “esconde”…rs), acreditou encontrá-la e realizou, baseado nela, o sonho de ser feliz…
…mas nem sempre o nosso coração bate em consonância, no mesmo ritmo, na mesma cadência com aquele alguém que julgamos repartir esses impulsos do lado esquerdo do peito, e na mente, e na alma…
…e quem tem um coração enorme, como é o caso, sofre em dobro…
…a “pérola” que, na impossibilidade de melhor, lhe oferto no dia do seu 27º aniversário, é um tema de que gosto bastante… e a mensagem que com ela lhe transmito (se é que eu sou alguém indicado para o fazer) é a de que a vida é feita de muitas voltas, tantas como aquelas que o mundo já deu, está a dar e dará no futuro… e também o desejo  de que continue (…que sei que continua…) a acreditar nos sonhos e projectos que tem (e concretiza) para a sua vida … porque aquela pontinha de felicidade que agora lhe pode faltar, de certeza que a vai encontrar lá mais à frente…
…porque às pessoas intrinsecamente boas, inevitavelmente, as coisas boas irão ao seu encontro… muitas vezes quando menos se espera…
…e que também, como ele sabe, mesmo à distância de horas e quilómetros, existe muita gente que “faz força” para que isso aconteça rápida e efectivamente…

…feliz aniversário, Adriano… com muita paz, saúde e prosperidade…
…um grande abraço, puto…
 JP

Another turning point
A fork stuck in the road

Time grabs you by the wrist
Directs you where to go

So make the best of this test
And don't ask why

It's not a question
But a lesson learned in time

It's something unpredictable
But in the end it's right
I hope you had the time of your life

So take the photographs
And still frames in your mind

Hang it on a shelf
Of good health and good time

Tattoos of memories
And dead skin on trial

For what it's worth
It was worth all the while

It's something unpredictable
But in the end it's right
I hope you had the time of your life

It's something unpredictable
But in the end it's right
I hope you had the time of your life

It's something unpredictable
But in the end it's right
I hope you had the time of your life


In “Good Riddance (Time Of Your Life)” – Green Day

Poesia para os olhos 015

Mtooooooooooooooooooooo sensual…
Cote De Pablo 
(aka Ziva David, da série televisiva NCIS)

Pérolas 060


I love… I love… I love the end of the afternoon
It makes me think of you...

Eu amo a tarde
O final da tarde
As coisas ficam mais soltas
As coisas ficam mais soltas
Os sorrisos mais altos
As cores das coisas ficam
As coisas ficam mais outras
Soltas… no final da tarde
Os beijos ficam mais húmidos
Os lápis mais rápidos
As telhas mais frias, o fim se inicia
E o gado fica mais calmo
As dores ficam mais mornas
E os amores mais… mais… mais absolutos
No final da tarde eu amo a tarde
E os saltos dos sapatos ficam mais altos
E os dedos dos soldados abrem as ruas
E as palavras de dentro ficam fora
E o centro onde eu moro vira norte
E as almas das pessoas ficam nuas
E a vontade das vontades é te ver
E a vontade das vontades é te ter
No final da tarde eu amo a tarde
As coisas ficam mais soltas
Os sorrisos mais altos as cores das coisas
Ficam soltas…
I want to see you… I want to see you… I want to see you now
Cause I think of you in the end of the afternoon
I love the end of the afternoon...

Soltas, soltas, soltas… as dores ficam mais mornas
E os amores mais, mais absolutos…
E o gado fica mais calmo
E a vontade das vontades é te ver…
E a vontade das vontades é te ter…

I love the end of the afternoon…
As cores ficam mais outras, eu amo a tarde…
As coisas ficam mais soltas, ir além da tarde…
To see you… no final da tarde…ir além…enjoy it…
In “Afternoon” – Ive Mendes



                                                                                                 JP ®

domingo, 1 de junho de 2014

P’ra rir…ou sorrir… 026


P’ra rir…ou sorrir… 025

…Spkie meets the new Mini…








(…muito bom…rsrs…)


“Bullheaded: Spkie meets the new Mini” - TV commercial


 
“Bullheaded: Spkie meets the new Mini” - The making of




P’ra rir…ou sorrir… 024

… extracto isolado duma conversa de duas senhoras, sentadas ao lado uma da outra, costas-com-costas em relação a mim, nos bancos do metropolitano…  vou a (re)ler o 2º volume das “Crónicas da Boca do Inferno” do RAP, durante uma paragem um pouco mais demorada entre estações, ouço uma a dizer:
- …e depois ela também me disse que ele é bom na cama…
- bom na cama…? – pergunta a outra, com um tremor de curiosidade na voz…
- sim – confirma a primeira – não ressona….!

(…não é anedota mas parece…aconteceu-me a semana passada…rs)

…66% de democratas…

…nariz espetado contra a vidraça da janela da sala num res-do-chão da Rua Maria Pia, em Lisboa, em bicos dos pés em cima do pequeno banco de cozinha rectangular (que ainda hoje existe algures)…  a ver a estação ferroviária de Alcântara-Terra do outro lado da rua, um chaimite (…maquineta esquisita de que nunca tinha visto ou ouvido falar…) a subir rua acima na direcção da Tapada das Necessidades, outro a descer (talvez o mesmo) passados poucos minutos direito à Rua Prior do Crato, duas centenas de metros mais abaixo… 
…assim estava eu, quase a fazer sete anos de idade, naquele meio de tarde de uma quinta-feira de Abril, dia 25…
…de manhã já algo fora do comum tinha acontecido: não tinha havido escola e, se bem me lembro, a minha mãe não fora trabalhar…
...até ao meio-dia, as horas correram normalmente, embora estranhasse o entra e sai de alguns vizinhos de casa para casa no prédio, as conversas expectantes dos adultos em redor da telefonia da cozinha, o silêncio na sala de cortinas cerradas, onde amiúde alguém espreitava lá para fora, perscrutando algo que eu não entendia o quê…
…grande novidade parecia andar lá fora, mas a mim a que me interessava mais estava até estava ali em casa e era o meu irmão, bebé a um mês de fazer um ano de vida… e que eu “encomendara” à minha mãe, cerca de um ou dois anos antes, porque “queria um mano para jogar à bola”… e a quem eu tinha escolhido o nome quando, no vai-vem de um baloiço no saudoso Parque do Alvito, ouvi uma senhora a chamar o filho que estava ao meu lado… a fonética agradou-me e diz a minha mãe que fui, a correr, ter com ela: “oh Mãe, quando o mano nascer chama-se Nuno, tá bem...?”    
…e a “mudança” lá fora aconteceu, nesse dia, transformando de uma forma ou de outra e com mais ou menos intensidade, a vida das pessoas…
…deste dia em si, pouco mais me lembro… na altura, estava a poucos dias de mudar de casa (de Alcântara para uma casa “mesmo nossa” nos Olivais) e também andava um bocado tristinho porque ia deixar de ver a Tininha, a minha “namorada” (a primeira de que me lembro…rsrs) que vivia no andar de cima…lembro-me que ela devia ter mais ou menos a minha idade, tinha os olhos grandes,  um cabelo muito preto, onde por vezes usava “totós”,  uma irmãzita a quem chamavam Gaby e de que eu tinha um rival no que respeitava “aos favores do seu coração” que era o Paulinho, que morava (amiúde) com os avós, no ultimo andar do prédio…
…do 1º de Maio já me recordo com mais nitidez… muita gente na rua, avenidas cheias, muitas cores, muita alegria nos rostos e nas vozes, muitos cartazes e bandeiras… e os dos tempos seguintes (sonhadores, idealistas e também conturbados e difíceis, em certas facetas) também me saltam com mais facilidade no baú da memória, até porque vivi o 11 de Março e o 25 de Novembro de 1975, bem no centro de um dos palcos de cada um deles, agora que morava noutro bairro, onde também por força da liberdade recém-reconquistada, as pessoas eram bastante mais expansivas e interventivas, social e politicamente…
…nestes anos entretanto passados, fui crescendo gradualmente, também em consciência “social e política”, e atingi (e ultrapassei) os 40 anos, tal como a revolução que agora os completou…
…e mesmo não tempo vivido tão profundamente ou consciente como muitos (também por força da minha idade) os tempos e as incidências que antecederam o 25 de Abril, na minha opinião tudo resultou numa enorme desilusão, passados então estes anos até se atingir a “maturidade dos 40 anos em democracia” …
…e se eu o sinto assim, imagino como se sentiram todos os que fizeram tanto e a tanto custo para se reganhar a liberdade e todas os ideias a ela associados numa vida em sociedade…
…além de todos os heróis anónimos dos nossos ditos “dias de luta contra a ditadura e dias de democracia pós-25 de Abril” e fazendo um balanço de tudo de bom ou de mau que passou nos 40 anos que rolaram até hoje, restam poucos e poucos são os que vêm à mente como sendo pessoas  que me merecem respeito por mostrarem integridade, verticalidade e honestidade intelectual e cívica: Ernesto Melo Antunes, Fernando Salgueiro Maia, António Ramalho Eanes, Francisco Salgado Zenha e, até mesmo, Álvaro Cunhal, mesmo com uma teimosia brutal, mas sempre coerente (porque acreditava de facto numa ideologia politica) até ao fim dos seus dias… mas, enfim, até compreensível, porque é difícil um homem da sua geração que sempre acreditou e lutou uma vida inteira tendo por base uma ideologia política e um modelo de sociedade, ver num ápice temporal de poucos anos, o mundo gritar-lhe na cara (nomeadamente os países, até aí arquétipos da sua filosofia politica), que afinal estava tudo errado e que tudo era apenas imensa utopia…    (…o meu avô paterno, também sempre acreditou desde pequeno que o que vê na lua olhando cá de baixo é “um homem com um molho de silvas às costas”, logo não havia forma de o convencer que os americanos tinham mandado homens para andar por lá…rsrs)
…olhando para tudo o que resta desde então: ou são os mesmos de sempre e em todos os quadrantes (…grandes “democratas”, essencialmente para eles mesmos, que até hoje, alguns mesmo quase esclerosados, gravitam os centros de poder e decisão…e daí sempre colhem os seus frutos, directa ou indirectamente); ou são os que os sucederam e os “filhos” destes, duas sucessivas gerações de jotinhas dos vários partidos políticos, que, falando em bom português, nunca fizeram a “ponta d’um corno” ou “vergaram a mola” e que tomando por “verdadeira” carreira profissional a política, nos vão “empalando” devagarinho e outros prepararam-se nas “universidades de verão” para nos fazer o mesmo lá mais para a frente… 
…será esta uma das razões essenciais pelas quais já deixei de ir votar há bastantes anos… votei pela 1ª vez em 1986, numas eleições presidenciais em que votei em Salgado Zenha, por me parecer uma pessoa séria e diferente no seu tipo de discurso, que se quedou pela 1ª volta, talvez pelo estigma de ter o PCP a apoiá-lo, após desistência do seu candidato… na 2ª volta dessas eleições, havendo dois outros candidatos, votei no maior “pardal pançudo” de Portugal chamado Mário Soares… (e bem depressa me arrependi…), até porque Freitas do Amaral me inspirava tudo menos confiança, com aquele sorriso plástico…(mil vezes preferia o Eanes, mesmo sem sequer sorrir…)
…e quem se lembra dos mimos com que se brindavam um ao outro nessa campanha, não pode deixar de sorrir sarcasticamente vendo-os hoje, desfazendo em elogios mútuos e caindo nos braços um do outro…
…depois disso, votei em duas eleições legislativas, duas eleições autárquicas e uma vez em eleições europeia (as 1ªs que houveram…)
…e depois…fartei-me de engolir tretas de políticos…de todos eles…
…no dia seguinte às ultimas eleições europeias, após jantar, sentado placidamente no sofá da sala, a tomar o meu café e a fumar o meu cigarro, sai-me TV fora o sr. Miguel Sousa Tavares, “eminente comentador político/social”, indignadíssimo (na esteira de outros) com os níveis de abstenção (na ordem dos 66% em Portugal, com níveis similares pela Europa Europeia fora)… 
…zurzindo na cidadania de cada um dos abstencionistas, colocou a questão de saber a breve trecho se os portugueses queriam “saber” viver em democracia, exercendo o seu direito (ressalvo a palavra “direito” e não obrigação, tenha-se em atenção) ou se seria melhor viverem noutro sistema de governação, reduzindo-os a pouco mais de irresponsáveis ou acéfalos…
…ora, ou o senhor doutor deve andar muito distraído e faz-se de sonso, senão diga-me francamente: acha que, já há vários anos a esta parte, em Portugal (e analisando em consciência o estado geral da nossa sociedade) se vive verdadeiramente em democracia…?
…eu gosta de viver numa democracia, porque apesar de algo utópica é uma “ideia” bonita… mas isso não acontece, logo como “adepto” da democracia, não voto, sr Miguel…
…eu não fui votar (nem vislumbro, tão cedo, vontade ou razões para entregar o meu voto a qualquer das propostas “democráticas" que me são apresentadas) e se o sr. Sousa Tavares o foi fazer e o faz regularmente, não o faz mais cidadão que eu por causa disso…
…eu trabalho (e muito), ele também deve trabalhar; ele deve ter livre arbítrio e deve respeitar o meu; eu não tenho dívidas a particulares ou ao Estado e cumpro as minhas obrigações fiscais, acho que também este senhor deve estar na mesma situação … se bem que, quase de certeza, eu pago proporcionalmente mais impostos como funcionário público do que o senhor Miguel colectado provavelmente com jornalista (pois…),ou  escritor (rsrs…),ou  filho dilecto de quem  é, ou “eminente comentador político/social” (“cagador de sentenças”, em linguagem mais gráfica)…
…assim sendo, sou tão cidadão como este senhor, que tão ciente dos seus valores que defende (como os direitos dos fumadores, as touradas ou o acordo ortográfico – concordando eu com o seu ponto de vista  nuns e discordando completamente de outros), deveria igualmente respeitar as opções dos seus concidadãos… até porque esse é, ao que julgo saber, um dos pilares da democracia…certo…?
…em alternativa, e no sentido de fazer reverter os números da abstenção que tanto incomodam o sr. Sousa Tavares e outros, não seria descabido se calhar fazer uns sorteios de uns automóveis topo-de-gama entre os votantes….ou então, o sr. Miguel ele próprio se candidatar a qualquer cargo político numa qualquer lista partidária…
…afinal de contas, se o Dr. Marinho e Pinto foi, neste último 25 de Maio, eleito para o parlamento europeu e os brasileiros elegeram o palhaço Tiririca para deputado federal, pode ser que você se safe também…
***
PS (salvo seja, cruzes canhoto…rsrs…leia-se “post scriptum”), em adenda ao post supra:
No dia 30 de Maio, o sr. Presidente da República, Prof. Dr. Cavaco Silva, criticou igualmente a elevada abstenção, replicando as considerações que já tinha formulado em Junho de 2009 (anteriores eleições europeias), nomeadamente esta “pérola”:
“…a abstenção deve fazer reflectir os agentes políticos, já que a confiança dos cidadãos nas instituições democráticas depende, em boa parte, da forma como aqueles que são eleitos actuam no desempenho das suas funções…”
…vinda de quem vem (que tendo estado onde já esteve no passado e estando onde está hoje), acho que a afirmação nem merece comentários… ou então apenas constatar que, afinal, ainda antes e tal como no Brasil, já elegemos “palhaços”…e alguns mais que uma vez….

JP ®


nimas 003 ...4...

...a ver o filme "Fantastic Four" no "Fox Movies HD"... 
(...não faz jus aos comics originais, mas dá para curtir...)

"Fantastic Four" (2005), de Tim Story, com Ioan Gruffudd, Jessica Alba, Chris Evans, Michael Chiklis e Julian McMahon 

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Pérolas 059 (dose dupla)

…de madrugada, esperando pelo auxílio dos anjos para abraçar Morfeu…
Nastassja Kinski (1993) – cena do filme “In Weiter Ferne, So Nah! (Tão Longe, Tão Perto)”, de Wim Wenders 

Green light, Seven Eleven
You stop in for a pack of cigarettes
You don't smoke, don't even want to
Hey now, check your change
Dressed up like a car crash
Your wheels are turning but you're upside down
You say when he hits you, you don't mind
Because when he hurts you, you feel alive
Hey babe, is that what it is

Red lights, gray morning
You stumble out of a hole in the ground
A vampire or a victim
It depends on who's around
You used to stay in to watch the adverts
You could lip sync to the talk shows

And if you look, you look through me
And when you talk, you talk at me
And when I touch you, you don't feel a thing

If I could stay 
Then the night would give you up
Stay and the day would keep its trust
Stay and the night would be enough

Faraway, so close
Up with the static and the radio
With satellite television
You can go anywhere
Miami, New Orleans
London, Belfast and Berlin

And if you listen I can't call
And if you jump, you just might fall
And if you shout, I'll only hear you

If I could stay 
Then the night would give you up
Stay then the day would keep its trust
Stay with the demons you drowned
Stay with the spirit I found
Stay and the night would be enough

Three o'clock in the morning
It's quiet and there's no one around
Just the bang and the clatter
As an angel runs to ground

Just the bang 
And the clatter
As an angel 
Hits the ground

In “Stay (Faraway, So Close!)” – U2

U2 - Stay (Faraway, So Close!) [Original Video]

U2  - Stay (Faraway, So Close) [Alternate Video Cut]

P’ra rir…ou sorrir… 023


…tenho que acrescentar uma destas à minha colecção de canecas de café… ;)

P’ra rir…ou sorrir… 022


...inegável evidência que vivo quase quotidianamente...ainda mais acentuada pela 4ª noite consecutiva de insónia... rs  

domingo, 25 de maio de 2014

…Voici, et encore ... Monsieur Luffy ...

…mais umas “chapas” para o portfólio do gato mais fotogénico do mundo ;)…   JP ®












…quem vem lá…?




…pós-banho…


P’ra rir…ou sorrir… 021

(...ok, maybe not this one...rsrs...)

Pérolas 058

(...grande batida groove, com uma letra poderosa...que nostalgia do som destes gajos...)


Há tanto que o tempo te deixou
como se te esquecesses
de tudo o que passou
de tudo o que tiveste

Tens um nome e uma morada
como toda a gente
mas saltaste uma muralha
que agora te defende

Estás num ponto sem retorno
No dia em que te deixares levar
Embalado pelo sonho
E amar aquilo que encontrares

Às vezes nem sempre tudo vale mais que quase nada
nem sempre a luz no fundo é o fim da caminhada
Sozinho carrega o peso imenso de ter que ser alguém no deserto
Talvez um dia te lembres
Talvez um dia te lembres, irmão
nunca estiveste tão perto
Talvez um dia te lembres

Estás num ponto sem retorno
No dia em que te deixares levar
Embalado pelo sonho
E amar aquilo que encontrares

Estás num ponto sem retorno
No dia em que te deixares levar
Embalado pelo sonho
E amar aquilo que encontrares


In “Ponto Sem Retorno” – Cool Hipnoise



domingo, 18 de maio de 2014

P’ra rir…ou sorrir… 020



Depois da derrota de Turim, a força e o sentido de humor dos adeptos (…alguns, nos quais me incluo…) para levantar a cabeça e seguir em frente, está bem patente neste sketch arrancado, no dia imediato ao jogo, por Ricardo Araújo Pereira (ser mais lampião do que ele é difícil…), acompanhado por Miguel Guilherme, no papel de um empregado de mesa ressabiado (certamente, lagarto ou morcão) que tenta, com várias indirectas corrosivas, ferir o orgulho do seu freguês benfiquista…  até que acerta na palavra certa… ;)



…E por falar em “levantar a cabeça e seguir em frente”, aqui fica o golo que, hoje, nos deu o “triplete” esta época… ;)


sábado, 17 de maio de 2014

Pérolas 057


Despertei em graça
No meio da praça
E de um só momento
Eu fiz um momento
Procurei-te norte e sul
Todo o mapa-mundo
Inventei-te e encontrei-te a cada segundo
Por querer mais, por querer tanto
Ao que é de mais, ao que é espanto
Saí daqui, subi à lua, sempre atrás de ti
Cobri o céu, tava na tua e…
Saí daqui, subi à lua, sempre atrás de ti
Cobri o céu, tava na tua e não resisti
Ao som dos teus passos
Levantei os braços
Desci a ladeira
Sacudi poeira
Por querer mais, por querer tanto
Ao que é de mais, ao que é espanto
Saí daqui, subi à lua, sempre atrás de ti
Cobri o céu, tava na tua e…
Saí daqui, subi à lua, sempre atrás de ti
Cobri o céu, tava na tua e não resisti
 In “Tava na Tua” – Luiz Caracol & Sara Tavares




terça-feira, 13 de maio de 2014

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Poesia para os olhos 013


Video-clip de “Happy” de Pharrell Williams (versão adeptos do Sport Lisboa e Benfica)
…lindo, não é…?  ;)
…e, já agora, o magnifico “official music video” dessa magnifica pérola musical de Pharrel Williams, intitulada “Happy”…